Pesquisa nacional sobre infecção e evolução da Covid-19 continua em Joinville

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A partir de quinta-feira (4/06) até sábado (6/06) acontece em Joinville a segunda etapa da pesquisa “Evolução da Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil: Estudo de Base Populacional (Epicovid-19)”.
Assim como na fase anterior, serão entrevistadas 250 pessoas nos bairros América, Floresta, Itaum, Boehmerwald, Nova Brasília, Vila Nova, Costa e Silva, Santo Antônio, Bom Retiro, Aventureiro, Jardim Iririú, Iririú, Comasa, Boa vista, Adhemar Garcia, Ulisses Guimarães, Paranaguamirim, Espinheiros, Morro do Meio e Fátima.
A metodologia da pesquisa também será a mesma: os participantes realizarão um teste sanguíneo rápido para o diagnóstico da Covid-19 e responderão a questionários sobre perfil social e hábitos de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus.Em Joinville, nenhum caso de contaminação foi confirmado entre os participantes da primeira fase da pesquisa.
No entanto, é preciso mais atenção às medidas de prevenção da doença, conforme relata a supervisora de campo do Ibope, Natali Costa da Silva: “Uma observação interessante, é que os entrevistados recebiam nossos pesquisadores sem máscara. Talvez pelo fato da nossa equipe utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), as pessoas se sentissem seguras. Mas é importante que todos usem a máscara para se proteger”, disse.
A conclusão da pesquisa Epicovid-19, em Joinville, deve acontecer entre os dias 18 a 21 de junho, conforme cronograma do Ministério da Saúde.
Epicovid-19

A pesquisa “Evolução da Prevalência de Infecção por Covid-19 no Brasil: Estudo de Base Populacional (Epicovid-19)” é coordenada pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel), do Rio Grande do Sul, financiada pelo Ministério da Saúde e executada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística – IBOPE, que realiza as pesquisas de campo com pesquisadores devidamente treinados e qualificados para o trabalho.

A pesquisa irá estimar a proporção de pessoas com anticorpos para a Covid-19 e analisar a evolução de casos na população brasileira, por meio de uma amostragem de participantes em 133 “cidades sentinelas”, que são os maiores municípios das divisões demográficas do país, de acordo com critério do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

Além disso, o estudo vai determinar o percentual de infecções assintomáticas ou subclínicas; avaliar os sintomas mais comuns; obter cálculos precisos da letalidade da doença; estimar recursos hospitalares necessários para o enfrentamento da pandemia e, ainda, permitir o desenho de estratégias de abrandamento das medidas de distanciamento social com base em evidências científicas.

Em casa fase da pesquisa, serão entrevistadas cerca de 33 mil pessoas e, ao final do estudo, 100 mil pessoas terão sido entrevistadas e testadas para o Covid-19, em todo o país.